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Salaam

Não to tendo tempo para ver “O clone” então não poderia fazer um post de cada capítulo.Mas aproveitando o gancho da poligamia,hoje trago um texto da Marina do blog Egito e Brasil,onde nesse blog ela relata suas experiências no Egito.(pra quem não sabe ela é muçulmana ,casada com um egípcio,eles moraram no Egito e agora moram no Brasil).Pois bem o texto é simples mas faz agente se refletir.

Estava com Musta ontem de noite vendo Passione (ou seria Chatiacione?) e estava contando pra ele que tinha feito uns posts sobre a novela O Clone, e que tinha falado que uma pessoa me contou que tinha um cena do cara com três esposas, cada uma com um filho.

Musta fez aquela cara de sempre dele, de desdém total em relação às minhas fofocas novelísticas, querendo dizer que não ia nem perder o tempo ouvindo esse tipo de assunto (Musta não discute religião, nem cultura, ele simplesmente IGNORA essas coisas – será eu ou ele que está certo? ehehe).

Pois bem, depois de ignorar meu assunto super empolgante, voltei a ver a televisão e estava passando a novela. A única parte que ele gosta é quando vem a Jéssica (não vou dar muitas explicações, mas ele compartilha com ela muitos pensamentos sobre as coisas em São Paulo ahahah) e o Berillo. Aí mostrou que ele engravidou a esposa e a ex-esposa ao mesmo tempo. Então ele fala:

-Ué, falam tanto dos muçulmanos, mas quando é assim todo mundo acha engraçado? O homem pode trair uma, ficar com duas sem assumir seus atos, e ninguém fala nada ohh coitadinha das mulheres, como estão sofrendo? Por que quando é uma muçulmana que está com um marido com mais de uma esposa têm que ficar enchendo o saco, sendo que se fosse o caso o cara tem que casar com as duas, prover tudo para as duas, assim como ser dedicado?

Fica a pergunta…

Para quem quiser acessar o blog da Marina,aqui o link: http://egitoebrasil.com

Maa Salama

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